Uma pergunta por encontro
Que dúvida este encontro responde? A resposta orienta a pauta, a ordem da fala e o próximo passo.
Menos tensão.
Novos jeitos de decidir junto.
Quantas decisões sua sociedade adia por desgaste?
Desenvolvemos oficinas de mediação para escritórios de contabilidade, advocacia e consultoria. Para sócios, associados e equipes que precisam decidir junto, mesmo quando discordam.
Veja o primeiro impasse ↓
Um programa começa na pauta represada: uma decisão adiada, uma divisão de clientes discutida em voz baixa, um desconforto que ninguém nomeia em reunião. Ouvimos esse material para entender o que já está claro e o que ainda precisa de nome.
Dessa escuta nasce uma pauta de conversa e uma lista de decisões pendentes. Não é preciso chegar com tudo resolvido; é preciso saber quem decide o quê.
Organizamos o encontro conforme quem está envolvido. Um desentendimento entre dois sócios pede uma conversa reservada; uma tensão entre gerações de sócios pede um encontro maior, com critérios claros. O mesmo formato não resolve as duas situações.
Que dúvida este encontro responde? A resposta orienta a pauta, a ordem da fala e o próximo passo.
Cada papel de uma simulação representa uma posição real na sociedade. Ajustamos tom, tempo de fala e o que cada papel deve expor.
Perguntar também é ouvir
Revisamos, com vocês, as perguntas certas para cada reunião. Tiramos o que gera ruído sem necessidade, damos nome ao que importa e deixamos cada ponto perto da decisão a que pertence.
Existindo necessidade de mediação formal ou de um parecer por escrito, isso entra como escopo específico na proposta. A palavra final sobre o caso permanece com os sócios.


A condução considera quem fala primeiro, o espaço para o sócio mais quieto, linguagem sem jargão jurídico e sinais de quando alguém precisa de uma pausa. Isso orienta o encontro desde o convite, não só na última reunião.
Pareceres formais ou avaliações específicas são combinados à parte. Por que prometer solução sem antes entender a divergência real entre os sócios?
Em um caso societário, o contexto pesa tanto quanto o acordo final. Pense numa divisão de clientes contestada: histórico, tentativas anteriores e o que cada sócio aceitaria como justo precisam entrar na mesma conversa.

Depois do acordo
Sócios entram, outros saem, e velhos hábitos voltam. Entregamos um guia de conversa e uma lista de responsabilidades: quem observa, quem media, quem decide escalar.
Encontros de reforço podem ter um escopo próprio. Já sabe o que a sociedade resolve sozinha e o que ainda precisa de apoio? Isso define como pedir um reforço.
Abra seu diário de decisões ↗
O cronograma considera número de encontros, agenda dos sócios e tempo entre reuniões. Combinamos as datas em proposta, depois de entender o caso.
Registramos o que foi combinado em cada encontro. Situações que envolvem clientes exigem sigilo; exemplos usados em dinâmicas pedem autorização.
Uma primeira pauta
Uma descrição ainda em aberto já pode começar uma boa conversa.